sábado, 18 de junho de 2011

JOANINHA : FESTA VERMELHO COM POÁ PRETO

Adoro festas infantis celebradas em casa, de preferência no jardim. Contudo, se você mora em um apartamento e, na falta de um imenso jardim, que tal trazer o jardim para dentro de casa?
Muitas flores e bexigas coloridas para enfeitar a festa. Particularmente, adoro colocar joaninhas em todos os lugares. Sempre pensei que, quem as criou, estava de bom humor naquele dia. Afinal, tente se lembrar de alguém que não se encante ao ver aquela figurinha vermelha com bolinhas pretas.
Tome cuidado, apenas, com o excesso da cor vermelha pois pode ficar enjoativo.












Adorei a idéia destes convites pois são fáceis de fazer. Basta recortar 2 círculos maiores: um no papel vermelho e, outro, no papel branco. No círculo do papel vermelho, cortar o círculo ao meio e, em uma das pontas, fazer um furo e colocar um ilhós com lacinho ou, somente, um lacinho. Faça 2 furos no papel branco e passe, primeiro o lacinho pelo papel branco e, depois, pelo vermelho, para os dois ficarem grudados.
Faça um círculo menor na cor preta e cole embaixo do papel branco.
As anteninhas você compra em lojas de artesanato, com o nome de pistilo para flor.
Para finalizar, cole bolinhas de papel preto sobre as metades de papel vermelho e escreva os dados da festa no papel branco.
Se quiser dar mais firmeza ao conjunto, corte uma cartolina verde, no formato de folha e deixe em primeiro plano, na qual deverão ser colados todos os demais papéis.





http://pequenarteag.blogspot.com/2010/11/festa-joaninha.html

Sugestão de frase para o convite: "Vai ter festa no jardim!! Venha comemorar com............. seus ...... aninhos."

Se estiver sem tempo, aqui vai um modelinho de convite para imprimir.




http://vivianproducoes.blogspot.com/2010/07/festa-joaninha.html

http://vivianproducoes.blogspot.com/2010/07/festa-joaninha.html

Diga se estes cupcakes não são lindos... Não sei quanto o sabor, mas a aparência é ótima.

http://patifernandes.blogspot.com/2010/10/festa-joaninha.html

E estes canapés lindos, feitos com tomate cereja, azeitona preta e, eu acho, que as pintinhas são feitas com tinta comestível ou mesmo o próprio patê, com corante preto, colocado com a bisnaga de bolo.




BOAS COMPRAS

Encontrei esta forminha para doces, no site Festa Express e achei muito fofas. O pacote com 50 unidades custa R$6,57.
http://www.festaexpress.com/produto/2040958/Porta-Forminha-Vermelha-com-Bolinhas-poas-Pretas-50un

Achei um pouco caro o conjunto com 10 pratinhos descartáveis, por R$5,63, mas são uma graça.

http://www.festaexpress.com/produto/2041171/Prato-Descartavel-Vermelho-com-Bolinhas-poas-Pretas-10un





 Para decorar o docinhos, que tal estes palitos, com 10cm, cm joaninhas de 3 cm na ponta? O conjunto com 12 unidades custa R$9,90.

http://www.formasparachocolate.com.br/product_info.php?products_id=1800



Se você tem alguma habilidade culinária, vai adorar esta forma para chocolate, com 170 joaninhas impressas em manteiga de cacau que custa R$15,99. Ela pode ser utilizada com chocolate ao leite, meio amargo ou branco. Imagina colocar estes chocolatinhos para enfeitar os doces na mesa do bolo?
Preparo:  Acrescentar o chocolate temperado (da mesma forma que se faz com o molde comum). Levar para gelar e, ao desenformar o desenho saíra no chocolate.


http://www.formasparachocolate.com.br/product_info.php?products_id=1270

Estes balões são fofos mas o preço não é tão atraente, se tiver que comprar muitas unidades. O menor, custa R$3,80 cada e, o maior, R$10,90.


http://www.baraodasfestas.com.br/index.php?modulo=Produtos&item=ProdutosView&Departamento=8&id=273#informacoes

No Tozaki, há balões vermelhos com bolinhas pretas, cujo pacote, com 25 unidades, custa por R$16,78. (para encontrar a loja, copie o endereço do site abaixo pois, por um questão de total inexperiência de quem o escreve este blog, não consigo o colocar inteiro no padrão da página, sorry)



http://www.tozaki.com.br/tozakifestas/interface/product.asp?template_id=89&old_template_id=&partner_id=2&departamento
=Baloes+de+Festa&produto=Balao+Corpo+Joaninha+%2D
+Balloontech&dept%5Fid=300000&pf%5Fid=7896197418482


Nunca comprei neste armarinho mas adorei estes botões, no formato de joaninhas, cuo pacote com 144 unidades custa R$14,99. É possível quebrar o elo atrás do botão e o utilizar como enfeite para decorar o convite ou lembrancinhas.

http://www.nikkil.com.br/Produtos.asp?ProdutoID=160

Há, ainda, st pacote com 48 botões de joaninhas por R$6,35.


http://www.armarinhosaojose.com.br/botao-infantil-ref.084-modelo-joaninha-pequena-pacote-c%2f48unidades/2748/94/25465/&m=QS&qsf=0&qs=joaninha
Se não quiser quebrar os botões acima, há estas joaninhas, feitas de biscuit, cujo pacote com 100 unidades custa R$25,00.


http://www.atacadaodoartesanato.com.br/index.asp?secao=18&categoria=130&subcategoria=0&id=1390
O prendedor abaixo poderia ser utilizado para prender cartões com a indicação dos pratos doces ou salgados, nos arranjos de flores, lembrancinhas e convites. O pacote, com 8 unidades, custa R$7,05.

http://www.aslan.com.br/scripts/produto/armarinho_aviamento.asp?Decoração=Prendedor PH-Fit Joaninha ref: KMP010-000&idProduto=7313&stCodCatProduto=36&stCodSubCatProduto=04

Para dar acabamento, esta fita de 36mm, cujo rolo, com 20 metros, custa R$8,68. Nesta mesma loja há outras medidas de fitas, mais fininhas.


http://www.aslan.com.br/scripts/produto/armarinho_aviamento.asp?FITAS=Fita Realce 36mm&idProduto=7020&stCodCatProduto=08&stCodSubCatProduto=07

A Rica Festa lançou toda uma coleção de festa de joaninhas. Um pouco cara mas linda. Vale a pena conferir.

O pacote com 8 pratos pequenos sai por R$13,50.

http://www.ricafesta.com.br/vitrine_produtos.asp?secao=&categoria=&subcategoria=&id=5491&produto= 

O pacote com 8 convites de festa sai por R$21,00.

http://www.ricafesta.com.br/vitrine_produtos.asp?secao=&categoria=&subcategoria=&id=5493&produto= 


Para decorar as mesas, que tal estes baldinhos de alumínio, na cor vermelha, por R$5,53 o maior?


http://www.armarinhosaojose.com.br/botao-infantil-ref.084-modelo-joaninha-pequena-pacote-c%2f48unidades/2748/94/25465/&m=QS&qsf=0&qs=joaninha

Acho que também valeria a pena investir nestes regadorer por R$13,68 o maior, com 12cm de altura.

http://www.armarinhosaojose.com.br/botao-infantil-ref.084-modelo-joaninha-pequena-pacote-c%2f48unidades/2748/94/25465/&m=QS&qsf=0&qs=joaninha



quarta-feira, 8 de junho de 2011

BULLYING - ISTO NÃO É BRINCADEIRA DE CRIANÇA







A maioria das crianças são meigas e inocentes. Criamos nossos filhos para se tornarem seres independentes e felizes. Para tanto, os colocamos na melhor escola possível.

A única preocupação dos pais e dos alunos deveriam ser as notas e lições de casa.

Contudo, cada vez mais cedo, estamos nos deparando com uma agressividade infantil exacerbada, crianças que não respeitam os adultos, respondem, com grosseria, para professores e diretores, praticam agressões físicas e psicológicas contra os que não conseguem se defender.

Esta prática dos alunos agressivos recebeu, modernamente, o nome de Bullying.

Bullying é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, ou valentão) ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio escolar pela turma.


O assédio escolar divide-se em duas categorias:
  1. assédio escolar direto;
  2. assédio escolar indireto, também conhecido como agressão social
O bullying direto é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos. A agressão social ou bullying indireto é a forma mais comum em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido por meio de uma vasta variedade de técnicas, que incluem:
  • espalhar comentários;
  • recusa em se socializar com a vítima;
  • intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima;
  • ridicularizar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).
O assédio escolar pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é tipicamente evidente entre o agressor (bully) e a vítima. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a mais intimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência.


Essas agressões, que costumavam aparecer na adolescência, estão sendo detectadas entre crianças, cada vez mais cedo. Tanto nas escolas públicas quanto nas particulares, onde os altos muros que as separam do mundo externo, em vez de protegê-las dos perigos “de fora”, muitas vezes alimentam atos ainda mais violentos cometidos do lado “de dentro”, uma vez que os pais não costumam levar as ocorrências às delegacias.

O fenômeno, típico das escolas americanas, se tornou uma realidade no Brasil a partir da década de 90 no ensino privado. A prática, considerada por muitos diretores de escola como “briguinha de criança” expõe a crueldade precoce dos menores e a omissão dos dirigentes da instituição, professores e pais no trato com o problema. A escola finge não ver para preservar a imagem dos alunos, das famílias ou o nome do colégio. A falta de informação colabora com a perpetuação das “pequenas” crueldades. Normalmente, os pais são os últimos a saber que o filho está sendo agredido na escola, local onde ele deveria estar seguro.

Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Alguns exemplos das técnicas de assédio escolar:
  • Insultar a vítima;
  • Acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada;
  • Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
  • Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os.
  • Espalhar rumores negativos sobre a vítima;
  • Depreciar a vítima sem qualquer motivo;
  • Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando-a para seguir as ordens;
  • Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully;
  • Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência;
  • Isolamento social da vítima;
  • Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas, comunidades ou perfis sobre a vítima em sites de relacionamento com publicação de fotos etc);
  • Chantagem.
  • Expressões ameaçadoras;
  • Grafitagem depreciativa;
  • Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com frequência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").
  • Fazer que a vítima passe vergonha na frente de várias pessoas.
Denúncias da prática do bullying têm chegado às Varas da Infância e da Adolescência. Mas isso ocorre com mais freqüência nas agressões ocorridas em escolas públicas, onde a tutela do Estado é direta.

Muitas escolas particulares abafam os casos por medo de perder alunos. Outro aspecto preocupante é que muitas instituições de classe, ao sugerir apoio psicológico, tentam reforçar a tese de que crianças agredidas podem ter uma propensão a isso – como se o problema estivesse na vítima e não na instituição.

É um mecanismo sutil de os colégios se distanciarem do problema. “As escolas tendem transferir a culpa para a família e vice-versa. Não adianta os pais colocarem a culpa nas más companhias e o colégio dizer que é o aluno que não sabe se defender e que a culpa é dos pais”, pondera a psicopedagoga Maria Irene.

Mesmo que a prática seja coibida nas escolas, os danos podem ser irreversíveis à criança. “O trauma permanece e gera uma baixa auto-estima no menor, que leva cerca de três anos para se recuperar. Algumas nem se recuperam”, alerta Maria Irene. Entre as conseqüências do pós-bullying, estão danos à capacidade de aprendizado, que pode se tornar superficial, dificuldades de concentração nas tarefas escolares – a criança pode ficar preocupada com a abordagem de agressores a qualquer momento – e um permanente complexo de perseguição, que pode se expandir para todas as áreas da sua vida.

A omissão das escolas na solução dos problemas torna os casos cada vez mais graves. E, quando eles explodem, são erupções vulcânicas que causam um efeito perturbador em toda a instituição. Abalam as famílias das vítimas e também dos agressores.

No Brasil, a gravidade do ato pode levar os jovens infratores à aplicação de medidas sócio-educativas.

Pelo artigo 2o., do Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8.069/90, "considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até 12 anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade".

Os menores de 18 anos são considerados inimputáveis pelo Código Penal. Porém, eles estão sujeitos à sanção pela prática de ato infrancional que, de acordo com o artigo 103, do ECA é "a conduta descrita como crime ou contravenção penal".

Mesmo às crianças, ou seja, as consideradas com menos de 12 anos de idade, poderão ser aplicadas as medidas descritas no artigo 101, da Lei 8069/90, na hipótese de prática de ato infracional. Assim, mesmo para a criança poderá ser determinado:
"I - encaminhamento aos pais ou responsável, mediante termo de responsabilidade;
II - orientação, apoio e acompanhamento temporários;
III - matrícula e frequência obrigatórias em estabelecimento oficial de ensino fundamental;
IV - inclusão em programa comunitário ou oficial de auxílio à família, à criança e ao adolescente;
V - requisição de tratamento médico, psicológico ou psiquiátrico, em regime hospitalar ou ambulatorial;
VI - inclusão em programa oficial ou comunitário de auxílio, orientação e tratamento a alcoólatras e toxicômanos;
VII - abrigo em entidade;
VIII - colocação em família substituta"

Na área cível, e os pais dos bullies podem, pois, serem obrigados a pagar indenizações por danos morais e materiais.

Uma das referências sobre o assunto, no Brasil, é um artigo escrito pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello, intitulado Bullying - aspectos jurídicos:

"A Constituição Federal, em verdadeiro princípio e de forma pedagógica, preceitua ser "dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão" (artigo 227). As ações que caracterizam o bullying afetam bens juridicamente resguardados. De início, tem-se a violação ao princípio da dignidade da pessoa humana - artigo 1º, inciso III, da Constituição. A indeterminação do conceito não impede o consenso: revela-se conteúdo mínimo da dignidade a proteção do indivíduo contra qualquer tipo de violência, que, no extremo, pode significar a tortura. A interdição à tortura e ao tratamento desumano ou degradante, presente no artigo 5º, inciso III, também é um importante vetor contrário à prática do bullying.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos - ONU - afasta o tratamento cruel, desumano ou degradante ao ser humano. A Convenção sobre os Direitos da Criança impõe ao Estado e aos pais, tutores ou outras pessoas responsáveis o dever de assegurar o bem-estar da criança, cabendo inclusive a adoção de medidas administrativas e legislativas adequadas. A Convenção Interamericana de Direitos Humanos - Pacto de São José da Costa Rica - prevê o direito à integridade pessoal, compreendendo os aspectos físico, psíquico e moral. A vítima de bullying poderá até mesmo recorrer ao sistema interamericano de direitos humanos.

Há a possibilidade de tutela jurídica penal. Não existe um tipo específico, mas a conduta hostil pode revelar crime contra a honra, racismo, lesão corporal ou estupro. Praticada por menor, será considerada ato infracional, atraindo medida socioeducativa.
É também inequívoca a viabilidade de responsabilização civil - artigos 186 e 927 do Código Civil. O nexo causal e a prova do dano são questões a serem demonstradas no caso concreto. Pode-se responsabilizar os pais pela conduta, artigos 932, inciso II, e 933 do Código Civil. Cuidando-sede estabelecimentos escolares, a responsabilidade, também objetiva, é extraída do artigo 932, inciso IV, do mesmo diploma.

O projeto de lei nº 228/2010, em tramitação no Senado Federal, versa a inclusão de dispositivo na lei nº 9.394/96 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação - para assegurar a adoção de medidas de prevenção e combate a atos de intimidação e agressão. Na Câmara dos Deputados, há sete projetos de lei em tramitação para estabelecer ações que visem a coibir o bullying. Destaca-se o de nº 6.935/2010, que criminaliza a prática.A matéria, ainda não regulamentada por legislação federal, é objeto de normas municipais e estaduais. Em São Paulo, a Câmara Municipal editou a lei nº 14.957/2009, determinando "incluir no projeto pedagógico medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying" (artigo 1º). No mesmo sentido é a lei nº 5.089/2009, do município do Rio de Janeiro. Segundo a lei nº 5.824/2010, do Estado do Rio de Janeiro, além dos estabelecimentos de saúde, os de ensino também ficam obrigados a notificar à autoridade policial e ao Conselho Tutelar qualquer caso de violência contra a criança e o adolescente. O Estado de Santa Catarina foi o pioneiro na normatização do tema, considerada a lei nº 14.651, de 12 de janeiro de 2009.


O crescimento do número de ocorrência envolvendo o Bullying e as gravíssimas consequências - tanto em termos psicológicos e sociais, quanto  jurídicos - estão a revelar a valia da ampla discussão sobre o tema, providência que se impõe, a fim de permitir à atual e às futuras gerações, o exercício irrestrito da cidadania."

A legislação da cidade de São Paulo define assédio escolar como atitudes de violência física ou psicológica, que ocorrem sem motivação evidente praticadas contra pessoas com o objetivo de intimidá-las ou agredi-las, causando dor e angústia.

Os atos de assédio escolar configuram atos ilícitos, não porque não estão autorizados pelo nosso ordenamento jurídico, mas por desrespeitarem princípios constitucionais (ex: dignidade da pessoa humana) e o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. A responsabilidade pela prática de atos de assédio escolar pode ser apurada, ainda, em consonância com o Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas particulares prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de assédio escolar que ocorram nesse contexto.

Com as novas tecnologias, outra modalidade de bullying está se popularizando. Os agressores mandam torpedos e e-mails ofensivos para a vítima, fazem trotes, colocam vídeos no YouTube com imagens dela sendo espancada na escola e lançam calúnias no Orkut e em blogs. Como não é fácil serem identificados, os agressores se sentem livres para praticar a crueldade online.

Em novembro do ano passado, o YouTube ganhou o Beatbullying, um canal de combate à prática. A página tem vídeos de celebridades, jovens e escolas que falam sobre o assunto. Nos Estados Unidos, um projeto de lei da Califórnia prevê a expulsão dos alunos que praticarem o cyberbullying contra os colegas. Assim como o bullying tradicional, o cyber também deve ser denunciado às autoridades nas delegacias tradicionais ou nas especializadas em crimes eletrônicos. Com autorização judicial, os agressores podem ser identificados. É preciso dar um basta para que os agressores juvenis de hoje não se tornem os criminosos de amanhã.


Conforme Cartilha elaborada pelo Conselho Nacional de Justiça sobre o Bullying, "a escola é corresponsável nos casos de bullying, pois é lá onde os comportamentos agressivos e transgressores se evidenciam ou se agravam na maioria das vezes. A direção da escola (como autoridade máxima da instituição) deve acionar os pais, os Conselhos Tutelares, os órgãos de proteção à criança e ao adolescente etc. Caso não o faça poderá ser responsabilizada por omissão. Em situações que envolvam atos infracionais (ou ilícitos) a escola também tem o dever de fazer a ocorrência policial. Dessa forma, os fatos podem ser devidamente apurados pelas autoridades competentes e os culpados responsabilizados. Tais procedimentos evitam a impunidade e inibem o crescimento da violência e da criminalidade infantojuvenil."http://www.cnj.jus.br/images/programas/justica-escolas/cartilha_bullying.pdf


Casos de bullying têm ocorido nas escolas mais tradicionais de São Paulo, como o Colégio Rio Branco (que já recebeu duas condenações por negligência no caso de bullying praticado nas dependências da escola sendo que, uma das crianças, tinha, apenas, 10 anos de idade), Colégio São Luís, Santo Américo, Notre Dame e Santa Maria,  sendo que, as últimas quatro escolas mencionadas, adotaram programas de prevenção e conseguiram coibir a prática.

Na Grande São Paulo, uma menina apanhou até desmaiar por colegas que a perseguiam e em Porto Alegre um jovem foi morto com arma de fogo durante um longo processo de assédio escolar.
Em maio de 2010, a Justiça obrigou os pais de um aluno do Colégio Santa Doroteia, no bairro Sion de Belo Horizonte, a pagar uma indenização de R$ 8 mil a uma garota de 15 anos por conta de assédio escolar. A estudante foi classificada como G.E. (sigla para integrantes de grupo de excluídos) por ser supostamente feia e as insinuações se tornaram frequentes com o passar do tempo, e entre elas, ficaram as alcunhas de tábua, prostituta, sem peito e sem bunda. Os pais da menina alegaram que procuraram a escola, mas não conseguiram resolver a questão. O juiz relatou que as atitudes do adolescente acusado pareciam não ter "limite" e que ele "prosseguiu em suas atitudes inconvenientes de 'intimidar'", o que deixou a vítima, segundo a psicóloga que depôs no caso, "triste, estressada e emocionalmente debilitada". O colégio de classe média alta não foi responsabilizado.


Na USP, o jornal estudantil O Parasita ofereceu um convite a uma festa brega aos estudantes do curso que, em troca, jogassem fezes em um gay. Um dos alunos a quem o jornal faz referência chegou a divulgar, em outra ocasião, estudantes da Farmácia chegaram a atirar uma lata de cerveja cheia em um casal de homossexuais, que também era do curso, durante o tradicional happy hour de quinta-feira na Escola de Comunicações e Artes da USP. Ele disse que não pretende tomar nenhuma providência judicial contra os colegas, embora tenha ficado revoltado com a publicação da cartilha.


Também em junho de 2010, um aluno de nona série do Colégio Neusa Rocha, no Bairro São Luiz, na região da Pampulha de Belo Horizonte, foi espancado na saída de seu colégio, com a ajuda de mais seis estudantes armados com soco inglês. A vítima ficou sabendo que o grupo iria atacar outro colega por ele ser "folgado e atrevido", sendo inclusive convidada a participar da agressão.


Em entrevista ao Estado de Minas, disse: Eles me chamaram para brigar com o menino. Não aceitei e fui a contar a ele o que os outros estavam querendo fazer, como forma de alertá-lo. Quando a dupla soube que contei, um deles colocou o dedo na minha cara e me ameaçou dentro de sala, durante aula de ciências. Ele ainda condido, pelo celular, para outro colega, que estuda pela manhã, e o chamou para ir à tarde na escola.


Durante o ano de 2010, Bárbara Evans, filha de Monique Evans e estudante da Universidade Anhembi Morumbi (onde cursava o primeiro ano de Nutrição), em São Paulo, entrou na Justiça com um processo de assédio escolar realizado por seus colegas. No dia 12/06/2010, um sábado à noite, o muro externo do estacionamento do campus Centro da referida Universidade foi pichado com ofensas a ela e a sua mãe.


Em recente caso julgado no Rio Grande do Sul (Proc. nº 70031750094 da 6ª Câmara Cível do TJRS), a mãe do bullie foi condenada civilmente a pagar indenização no valor de R$ 5 mil (cinco mil reais) à vítima. Foi um legítimo caso de cyberbullying, já que o dano foi causado por meio da Internet, em fotolog (flog) hospedado pelo Portal Terra. No caso, o Portal não foi responsabilizado, pois retirou as informações do ar em uma semana. Não ficou claro, entretanto, se foi uma semana após ser avisado informalmente ou após ser judicialmente notificado.


Alguns casos de assédio escolar entre crianças têm anuência dos próprios pais, como um envolvendo um garoto de 9 anos de Petrópolis. A mãe resolveu tirar satisfação com a criança que constantemente agredia seu filho na escola e na rua, mas o pai do outro garoto, em resposta, procurou a mãe do outro garoto chamado de "boiola" e "magrelo". Ela foi empurrada em uma galeria, atingida no rosto, jogada no chão e ainda teve uma costela fraturada. O caso registrado em um vídeo foi veiculado na internet e ganhou os principais jornais e telejornais brasileiros.


Em 2011, a 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou uma escola privada a pagar indenização a uma vítima de bullying.


Em 2011, o Massacre de Realengo, no qual 12 crianças morreram alvejadas por tiros, foi atribuído, por ex-estudantes da escola e ex-colegas do atirador, a uma vingança por bullying. O atirador, que se suicidou durante a tragédia, também citou o bullying como a motivação para o crime nos vídeos recuperados pela polícia durante as investigações.


Um garoto de Campo Grande (MS) do oitavo ano de ensino fundamental foi obrigado por outro garoto a passar por diversas situações vexatórias, como fazer atividades escolares e pagar lanches para ele na escola para ser poupado de agressões físicas. O caso avançou para a extorsão de dinheiro, causando à vítima a subtração de cerca de R$ 500 em em ano. O caso foi parar na 27º Promotoria da Infância e Juventude do município que apurou, por meio de ligações telefônicas, que realmente ocorria a extorsão, e a um flagrante feito pela polícia, quando o garoto daria mais R$ 50 ao agressor. Penalizado, o garoto foi submetido a ações previstas no programa contra violência e evasão escolar, o Procese, em desenvolvimento no município há dois anos. O valor subtraído foi pago pela mãe do Valentão aos pais do garoto agredido. O bullie de 13 anos foi obrigado pela promotoria a levar os pratos utilizados durante a merenda e a lavar o pátio escolar durante 3 meses, além de poder ter de frequentar um curso sobre bullying.

As informações acima foram compiladas de textos escritos por Carina Rabello, da Revista "Isto É", do blog de sergyovitro.blogspot.com,  do artigo de Maria Rita Alonso para a Revista Veja São Paulo, da página do Conselho Nacional e Justiça, do site do STJ e do Wikipédia.

Por que estou escrevendo sobre um assunto tão triste e chato quando o que mais gosto de fazer é celebrar festas, viajar e curtir meus filhos? 

Bem, sou uma mãe super presente, que acompanha todas as atividades dos meus filhos. Quando meu filho mais velho tinha 4 anos de  idade, passou a sofrer agressões físicas de um garoto da mesma classe.

Informei à escola das agressões mas nada aconteceu. Em conversa com outras mães, descobrimos que este mesmo menino batia em todas as outras crianças do grupo. Avisamos a Diretoria, que nos informou que iria apurar o caso....


O aluno continuava a bater nos demais coleguinhas, inclusive no meu filho. Quase no final do ano, um ato praticado por este garoto nos chocou: ele enfiou um lápis na testa de outra criança. Perguntado pela Direção o que sentiu ele respondeu: Triste.... porque não acertei o olho...


Novamente, presenciei este aluno empurrando outra criança do escorregador da escola e, de forma cínica, deu uma risadinha ao ver o menino no chão, machucado.

Diante da inércia da escola, eu e mais 13 mães tiramos nossos filhos daquele colégio.

Matriculei meu filho, então, em uma das mais tradicionais escolas de São Paulo. Quando fui fazer a primeira reunião com Diretora da Escola, qual não foi a minha surpresa ao encontrar a mãe do garoto, que agredia meu filho na outra escola, na sala de espera.

Quando soube que o agressor havia se matriculado na mesma escola que o meu filho, informei a Diretoria sobre o ocorrido no Colégio anterior e fiz um pedido expresso para que este aluno jamais estudasse na mesma sala do meu filho.

Depois de 5 anos, por um erro da escola, aquele aluno agressor passou a estudar na mesma sala de aula do meu filho (agora com 9 anos de idade) e, desde o início do ano, vem o agredindo moral e fisicamente. Não aguento mais ver as camisas do meu filho com marcas de tênis daquele garoto e hematomas pelo seu corpo.

Já falei, diversas vezes com a Diretoria, pedindo que transfiram o garoto de sala. Muitas promessas, reuniões, chamadas telefônicas e, até junho, nada aconteceu.

A escola se recusa, inclusive, a me informar o nome completo do garoto agressor e a fornecer um relatório das agressões, sob o argumento de que não pode por questões éticas. Qual seria esta ética que favorece o agressor em prejuízo da vítima?

Novamente, fiquei sabendo, através das crianças da escola, que outros colegas da sala também apanhavam daquele garoto.

Em sala de aula, soube pela professora da turma que, este garoto, atrapalha as aulas, porque começa a cantar quando não acha o assunto interessante, destrói o trabalho dos outros, prejudica as atividades coletivas, etc. A própria professora, em sala, no dia quando este aluno foi suspenso, porque bateu no meu filho, pediu que a classe inteira se afastasse deste garoto quando ele retornasse, que o ignorassem.

Hoje, ao buscar meu filho na aula de xadrez, vi o garoto puxando-o pela gola da camisa e o chacoalhando, em frente ao inspetor, que nada fez. O garoto somente parou quando eu, aos berros, saí do carro e mandei que parasse.

Quando mandei que parasse, o garoto colocou as mãos na cintura, me encarou nos olhos e ficou com uma cara de cínico. A  Vice Diretora da escola me disse que ele não respeita qualquer hierarquia, que levanta a voz para os pais e para a Diretoria, ou seja, ele não tem limites.

Infelizmente, estou triste e decepcionada. Terei que ingressar com uma ação judicial em face da escola, por negligência, solicitando, ainda, que me forneça todos os dados dos pais e do garoto, para que possa tomar as medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.

A que ponto chegamos?!? Esta história do politicamente correto´está chegando a extremos. Não aceito e não consigo mais ver meu filho sendo espancado diariamente por um colega e a escola o protegendo, sob a égide de uma ética e de normas jurídicas desconhecidas.

Acho que a maioria dos seres humanos sofre ou sofreu algum tipo de bullying e sabe que isto deixa marcas profundas. Mas tudo tem um limite. Agressões físicas diárias não são brincadeiras de crianças. O que a escola do meu filho está esperando? Que alguém pare no hospital ou algo pior aconteça para sair nos jornais?

O que mais me entristece é saber que este garoto, se eu não tomar nenhuma atitude rápida, sempre sairá impune, já que as escolas não podem enviar o histórico escolar completo, quando há transferência para outro colégio.

Este é o retrato de filhos criados sem limites, sem respeito aos adultos, que se sentem protegidos devido à fragilidade e ineficácia das instituições de ensino e a inércia dos pais.


Infelizmente, as melhores escolas de São Paulo não aceitam transferência de alunos no meio do ano letivo. Assim, não acho justo prejudicar meu filho, colocando-o em uma escola inferior, beneficiando, assim, o real culpado, que deveria ser punido.


É difícil criar os filhos no mundo de hoje. Você ensina ética, disciplina, respeito e a nunca agredir outas pessoas. Cria uma criança dócil, que não gosta de bater ou machucar pois foi educada a resolver os conflitos através do diálogo. Então, ela entra na pré-escola e encontra um garoto, de apenas 4 anos, que o espanca e o ameça diariamente, por anos, sem qualquer justificativa ou punição adequada. O que fazer? Ensinar meu filho que tem mesmo é que bater? Este é o caminho?

Cotia, 14 de junho de 2011
Não precisei processar a escola. Uma notificação extrajudicial enviada ao email do diretor e outra na agenda bastou. Falei até com a proprietária da escola e decidiram mudar o aluno problemático de sala e, até o final do ano, será avaliado se ele cotinuará ou não na escola. Enquanto isso, durante os períodos fora da sala de aula, mas ainda dentro da escola, ele será acompanhado por um inspetor e está proibido de se aproximar do meu filho.


Setembro de 2011.


Finalmente, o agressor foi expulso da escola após agredir outra criança.


Para quem está passando pelo mesmo tipo de problema, aqui vai o caminho das pedras:


1) Inicie a questão, enviando uma notificação na agenda escolar do seu filho, detalhando o problema e pedindo uma solução à escola;
2) Caso a escola não faça nada, envie-lhe uma notificação extrajudicial, com aviso de recebimento. Serve, inclusive, um telegrama, que pode ser feito através do site dos correios ou por telefone;
3) Se a escola continuar omissa, vá à Secretaria da Educação e faça uma reclamação formal sobre a escola;
4) Quanto ao ofensor, caso ele agrida o seu filho, vá à uma Delegacia e registre um Boletim de Ocorrência ou compareça à uma das Varas da Infância e Adolescência e ingresse com uma ação;
5) Finalmente, junte toda esta documentação anterior e ingresse com uma ação cível em face da escola e, outra, em face dos pais do ofensor.


Lembre-se, sempre, que todas estas são ações extremadas. O melhor conselho é sempre o diálogo. Todos nós passamos por problemas na infância mas, para tudo, há um limite. 

segunda-feira, 6 de junho de 2011

DECORAÇÃO DE QUARTOS DE BEBÊ, CRIANÇA E ADOLESCENTE

Cotia, 05 de junho de 2011.

Primeiramente, gostaria de agradecer por estar lendo meu humilde e simples blog e pedir que, caso tenha problema com alguma loja que menciono, por favor, me informe, para que possa a retirar das minhas páginas. Obrigada.


Quartos de Mostras de Decoração de 2011

Casa Cor São Paulo 2011

Hoje fui à Casa Cor São Paulo, 2011, que está comemorando seus 25 anos. Honestamente, faz tempo que não vou à uma mostra de decoração tão sem novidades. Desleixo no acabamento dos ambientes, nenhuma inovação em relação aos pisos e revestimentos e, as moças, que deveriam nos auxiliar, ficavam em seus celulares e computadores utilizando o wi fi gratuito.

Em uma época de economia de energia elétrica, contraditoriamente, foram apresentados diversos quartos e banheiros, muito escuros. Os ambientes, em sua maioria, foram pintados nas cores preta, vinho e cinza escuro. O branco está fora de moda, foi o que me disse uma arquiteta. Porém, fico imaginando que seja uma moda passageira pois, nos lugares onde a higiene deve ser a maior possível, como saber se estão limpas as pias de cozinha e os vasos sanitários se são totalmente pretos? Como saber se não há fungo ou um bichinho andando em uma pia de cozinha preta?

Quanto ao quarto de bebê, para mim, este foi um dos piores ambientes da mostra. Quem o desenvolveu acho que nunca teve filhos.

Foi colocada uma cadeira suspensa, fixa por um cabo preso no teto mas que, no entanto, balançava muito, para ser utilizada como cadeira de amamentação. Honestamente, fiquei imaginando uma pobre mãe, com o bebê no colo, tentando mirar, para sentar, em uma cadeira que não para no lugar. E para sair, sem ajuda, acho que seria muito difícil.

No banheiro do bebê, o que mais estranhei foi a presença de uma banheira de formato grande, para adultos. Mas fui esclarecida de que era para a mamãe tomar banho junto com o bebê!?!? Será que as arquitetas não sabem que é impossível dar banho em um bebê estando dentro da banheira com ele? Como a mãe irá sair da banheira? Deixa o bebê lá dentro, sozinho, enquanto se seca?



Já o berço, outro horror. Deve-se pensar na estética dos móveis mas, também, em sua funcionalidade. Não se trata de mero capricho os berços possuírem barras na vertical. Quem tem filhos pequenos sabe que, desde cedo, eles adoram escalar o berço. Assim, para facilitar a ação dos bebês, o berço da Casa Cor São Paulo 2011, tem barras na horizontal, formando uma escadinha. Fantástico!!! Maldade pura mas, este quarto poderia estar em um quadro na TV com o nome: o que deve evitar na decoração do quarto de bebê ou erros na decoração.



O quarto do filho, não sei muito o que pensar... O tema era a natureza e há várias fotos com animais e uma cama suspensa em 55m2. Meu filho de 9 anos não gostou. Achei que poderiam ser animais estilizados, mais coloridos e divertidos.





A cama suspensa cria uma passagem embaixo, que não leva nada a lugar algum, só criaria dificuldades para a mãe na hora de limpar. Melhor seria ter utilizado este espaço para armazenar brinquedos ou, já que o tema era aventura, porque não fazer uma tenda embaixo...

O que fica é uma cama com teto muito baixo, que permite, apenas, uma criança de até uns 4 ou 5 anos dormir nela e poder andar sobre o mesanino sem bater a cabeça. E a escada de acesso à cama, feita de tronquinhos de madeira sem corrimão.... o sonho de toda mãe que quer ver seu filho cair diariamente.... No mesanino não há, ainda, um parapeito ou proteção para a criança não cair pelas laterais.
Este seria o pior quarto para limpeza diária pois, imagine ter que arrumar a cama abaixada ou de joelhos... Este quarto só seria possível, na vida real, se o pé direito fosse, no mínimo, de uns 3,5m.



O quarto da menina estudiosa é melhor que os anteriores mas, também, possui uma falha inexplicável. Há um vidro com película para que seja utilizada como televisão. Contudo, sua localização é péssima: ao lado da cama, grudada a ela. Ou seja, não há como assistir televisão em uma posição confortável. Trata-se de mero elemento decorativo.
Por outro lado, achei bem interessante o nicho criado para leitura, em formato de balãozinho de pensamentos de revista em quadrinho. Só acho que o quarto perdeu boa parte da sua área por causa do nicho, deixando o quarto muito comprido. Seria muito mais interessante se, esta parede do nicho, tivesse alguma funcionalidade, como espaços para livros, local para guardar cobertor e edredon, etc.




Gostei, ainda, da idéia da estante no formato da letra A, para a área de estudo. Estranhei que não havia nenhum criado mudo no quarto (nem nos outros da mostra). Este é um item importante quando não se tem uma cabeceira onde possa colocar seus objetos, telefone, despertador, etc.




Agora, o quarto para a menina mais nova, apesar de super tradicional, em estilo provençal, achei lindo. Se tivesse uma menina, eu o copiaria.  As cores são suaves e super femininas. Há muito rosa mas não é enjoativo. Há uma casinha de bonecas linda e, ao seu lado, mini móveis, como cadeiras estilo Luís XV, maravilhosas. As fotos não fazem jus ao ambiente, que é muito mais fofo ao vivo.










Campinas Decor 2011

A mostra Campinas Decor 2011, apesar de muito menor do que a Casa Cor São Paulo, apresentou, na minha opinião, mais idéias e ambientes elaborados. A grande falha deste evento foi que não havia acesso, aos cadeirantes e mães com carrinhos de bebê, à maior parte dos ambientes.

No home theater para a criançada, paredes com listras coloridas e um móvel laqueado com um formato original, dificultou a retirada dos meus filhos do ambiente.




No querto do bebê foram usados tons de creme e azul claro. Adorei os ursinhos encontrados por todo o quarto e o móvel em formato de barco, com nichos e prateleiras.




Achei bem legal o quarto do menino apaixonado por trenzinhos. Fizeram uma espécie de trilho de trem, próximo ao teto, que percorria todo o quarto e era utilizado como prateleira ou local para fixar a luminária. As paredes poderiam ficar mais interessantes, estavam muito brancas para o meu gosto. A iluminação estava bem bacana.




Na mostra Campinas decor 2010, havia o quarto da debutante, para as garotas mais velhas, com uma disposição diferente dos móveis, mas muito criativa, com o posicionamento da cama no centro do quarto e os nichos para organização sob a cama.


Prometo colocar quartos normais depois. É que não resisti de falar mal do horrível quarto de bebê da Casa Cor São Paulo....

Escolha do berço

Muito mais do que a estética, ao comprar o berço deve-se observar alguns itens:
a) a sua pintura deve ser com tinta atóxica, sem materiais pesados, pois os pimpolhos adoram morder as laterais;
b) as barras de segurança devem ser na vertical. Qualquer espaço vazado ou distância entre duas barras no berço, deverá ser de no mínimo 4,5 cm e no máximo 6,5 cm. Esse espaçamento evita que a cabeça, o ombro do bebê ou a mão fiquem presos;
c) de preferência, escolher um berço com 2 alturas, ou seja, que o estrado possua 2 posições: uma mais alta para, quando muito pequenos, possa  a mãe facilmente o colocar na cama e, uma mais baixa, para quando começar a ficar em pé no berço. No caso dos berços com o estrado ajustável, quando este estiver na posição mais alta, a altura mínima de qualquer lateral do berço deverá ser de 30 cm, que é a altura indicada para os bebês menores, que não têm altura nem conseguem se jogar através das grades;
d) atualmente, há berços que podem ser regulados próximo à cabeça, para ser elevada, evitando o refluxo;
e) para poupar, melhor adquirir um berço que, no futuro, possa ser adaptado e virar uma caminha. A criança, com 2 anos e meio, aproximadamente, já está muito grande para ficar no berço e quer sair. Como o risco de queda é grande, o melhor é abaixar as grades do berço e o transformar em uma cama;
f) a trava de segurança não pode ficar em lugar de fácil acesso à criança. Para abaixar o berço deverá haver um mecanismo que, somente os pais, consigam o fazer e sem machucar os dedinhos da criança;
g) não coloque o berço próximo à janela pois, além da corrente de ar prejudicial ao bebê, este pequeno, da noite para o dia, começa a escalar tudo e as janelas são um grande perigo;
h) Todo metal, incluindo partes como molas, porcas, parafusos e arruela, deve ser feito de material resistente à corrosão, como alumínio ou aço inoxidável, ou ser adequadamente protegido contra corrosão. As partes metálicas ao alcance da criança devem ser submetidas ao ensaio de névoa salina para garantir que não enferrujem no uso;

i) Não deve haver decalques ou adesivos nas superfícies internas do berço acessíveis a criança;

j) Somente dois pés do berço devem ter rodinhas ou rodízios. Os outros dois deverão ser fixos. Se o berço tiver rodinhas nos quatro pés ou apoios, duas devem conter travas;
k) A distância máxima entre as ripas do estrado deve ser de 6 cm. Se a distância for maior que 6 cm o bebê pode prender a perna ou o braço;

l)  A altura das laterais e paredes do berço deve ser de, no mínimo, 60 cm a partir do estrado (na posição mais baixa). Caso contrário, existe o risco do bebê pular por cima da grade lateral ou das paredes;

m) Quando o berço tem a lateral ajustável, a altura máxima dessa lateral será de 30 cm na sua posição mais alta e 22,8 cm na posição mais baixa, que é a situação quando a mãe está junto ao bebê, colocando-o ou tirando-o do berço;

n) Quando alguma parede do berço é feita de tela, o espaçamento mínimo dos furos deverá ser de 7 mm e não deve permitir que um equipamento que simula o dedo do bebê passe por esses furos;

o) Os cantos, partes protuberantes, cantoneiras, dobradiças e suportes devem ser chanfrados, ou seja, não devem ter pontas nem arestas, pois dessa forma poderiam machucar o bebê ou a mãe. E os entalhes (buracos) ou relevos nas partes internas dos berços, com mais de 5 mm, onde o bebê poderia colocar o pé e escalar para sair do berço, devem ficar, no mínimo, a uma altura de 60 cm a partir do estrado;

p) No caso de berços com altura de estrado ajustável, não deve ser possível mudar a altura sem o uso de uma ferramenta ou substituição de encaixe sob o estrado. A idéia é minimizar o risco do estrado mudar de posição sozinho;

q) A distância entre o estrado e as laterais ou paredes do berço não pode ser maior do que 2,5 cm. Assim, evita-se que a criança prenda os braços ou as pernas.
Infelizmente, nós brasileiros, não temos o hábito de pesquisar antes de comprar. Há um interessante estudo feito pelo INMETRO, estabelecendo parâmetros de segurança para os berços, o qual foi utilizado para a elaboração de alguns itens acima citados.

Sei que a lista pode parecer enorme mas, para saber como a situação é crítica, das 11 marcas testadas pelo INMETRO, nenhuma passou em todos os testes e foi aprovada. Ferimentos decorrentes de quedas ou defeitos de fabricação dos berços são muito mais comuns do que imaginamos.


Alguns adquirem o berço pensando em um bebê minúsculo, quietinho e imóvel. Isto é uma boneca, crianças crescem, pulam no estrado, tentam sair do berço, querem tirar os parafusos e puxar as barras. Afinal, são seres muito curiosos e sem nenhuma noção de perigo.

Aliás, você sabe o que é MDP? O MDP nada mais é do que o antigo compensado aglomerado, aquele mais simples e de pior qualidade. Contudo, os lojistas e fabricantes mudaram o nome do aglomerado para MDP, para confundir o consumidor, com o material MDF, que é superior.
Fazendo uma rápida pesquisa na internet, encontrei este berço Bambino da Etna, por R$699,90, que me pareceu bastante interessante. Não o vi na loja. Logo, não posso dizer que seja o melhor. Mas ele é de madeira maciça, possui pintura atóxica, regulagem do estrado e se transforma em uma caminha.




http://www.etna.com.br/ch/prod/4377/513/0/berco-bambino-bco.aspx

Apesar de não ser em madeira maciça (é feito em MDF), achei interessante este berço da Abra Cadabra para quem tem pouco espaço. Ele se transforma em bicama com criado mudo, quando a criança cresce. E a cama extra embaixo do berço pode ser uma idéia quando não se tem espaço para colocar uma cama no quarto. Afinal, muitas vezes você acabará tendo que dormir ao lado do bebê e não quer o levar para a sua cama (principalmente quando dorme com outra pessoa com o sono muito pesado, que se mexe demais e ronca). O preço é um pouco mais alto: R$1.388,99 (Berço Nala)

http://www.abracadabra.com.br/site/prod-detail.cfm?Idprod=2011318BF&blp=abr&texto=ber%C3%A7o



Gostei do formato deste berço, pois já tem o trocador e algumas gavetas, mas não do seu material (MDF e MDP). Ele custa $704,00, na Mpozenato(não conheço esta loja):



http://www.mpozenato.com.br/app/sc/gui/Produto.aspx?cnt=114_1_132_1&html=produto&prod=171598&cat=9007&tit=Ber%C3%A7o+que+Vira+Cama+de+Solteiro+Doce+Magia+-+Qmovi+-+M%C3%B3veis+-+Arapongas+Paran%C3%A1

Saindo um pouco do tradicional, encontrei este berço em MDF, no formato de carruagem, na loja Cadê o Nenê?, por R$1.250,00.


Este outro berço, também em MDF, possui o formato de carruagem, só que sem o dossel, e custa R$999,00.

http://www.cadeonene.com.br/lojavirtual/site/produtoDetalhes.php?cod_item=1591&est=29497

Finalmente, na mesma loja, há este berço que pode ser transformado em bicama e escrivaninha, por R$1499,90 (não seria mais simples dizer que custa R$1.500,00?!?)


http://www.cadeonene.com.br/lojavirtual/site/produtoDetalhes.php?cod_item=3419&est=28189

Em São Paulo há lojas maravilhosas especializadas em móveis e enxovais para bebê que merecem uma visita, ainda que alguns produtos custem pequenas fortunas (sempre é possível ter alguma idéia simples para fazer algo semelhante, não é mesmo?!...)
 - Atelier Vanessa Guimaraes - Rua Rui Godoy Costa, 34 e Shopping Iguatemi, site http://www.vanessaguimaraes.com.br/
- Ri-Pô-Pi - R. Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 322, Itaim Bibi, site: http://www.ri-po-pi.com.br/
- Mama Art - Rua Melo Alves, 780 e na Rua Santa Justina, 540, site: http://www.mamart.com.br/
- Dip en Dap - Rua Bandeira Paulista, 1115, site: http://www.dipendap.com.br/
- Belle Petit & Maison - Rua Santa Justina, 479, site: http://www.belpetit.com.br/
- Ateliê da Criança - Rua Bandeira Paulista, 1125, site: http://www.ateliedacrianca.com.br/

Fora algumas poucas exceções, os berços nacionais são, ainda, muito semelhantes e tradicionais. No exterior há berços muito diferentes e criativos, sendo que, alguns poderiam ser utilizados, outros são meramente decorativos, já que não oferecem muita segurança. Mesmo assim, se for ao exterior para comprar ou tiver um bom marceneiro, talvez possa copiar alguns dos modelos abaixo:

Gostei deste porque, ao invés das barras, há policarbonato furadinho nas laterais e vira uma cama bem bonitinha, com estilo meio retrô.





O próximo é bem psicodélico e moderno, mas só poderia ser usado para um bebê bem novinho.


Cascara Cot da empresa Babycotpod




Baby Cot Pod da yanko Design








Culla Sinuè Crib desenhado por Daniela Avaltroni 





O próximo berço custa a bagatela de 4170 dólares!!! Uma pechincha, ainda mais se pensar que o bebê só poderá o utilizar por pouco tempo. Fora que é tão prático para a mamãe ficar ajoelhada no chão para colocar e retirar o bebê...




















Sugestões de decoração para quartos de bebê masculinos:






http://babies.constancezahn.com/quarto-bege-e-azul/










O próximo quarto é mais neutro, dependendo dos acessórios para ser definido como sendo para menino ou menina.




Sugestões para quartos de bebê femininos:


Projeto de Daniela Velloza e Virgínia Velloza

Projeto de Bruna Furtado

Projeto de Daniela Giffoni e Cristiane Totti

Projeto de Deborah Roig

Projeto de Vanessa Monteiro

Projeto de Christiane Laclau










Para os maiorzinhos, muitas são as opções, dependendo do tema do quarto e gosto dos pais e da criança.
Se você possui um orçamento maior, a loja de móveis infantis que mais adoro no Brasil é a Gepeto. Os quartos não são baratos mas são lindos:
http://www.gepetostore.com/

Veja, por exemplo, esta cama do Mickey e da Minnie, que custam R$12.756,03 à vista, cada uma (sim, você leu direito, custam quase 13 mil reais....), mas até luzes reais estas casinhas possuem.

http://www.snetcommerce10.com.br/ecommerce_site/produto_121744_2828_Cama-Casa-do-Mickey
http://www.snetcommerce10.com.br/ecommerce_site/produto_121832_2828_Cama-Casa-da-Minnie


Meninos

Seguindo a tendência da reciclagem, para o meu filho mais velho, fiz uma decoração com o tema carro. Como peça central, comprei uma cama do site http://www.camacarro.com.br/. A cama veio na data combinada, desmontada mas, segundo meu marido, que já montou duas camas de carro desta empresa (do meu filho e do meu sobrinho), a montagem não é tão difícil e os parafusos ficam escondidos por dentro da cama, que é toda forrada com uma espécie de couro sintético bem fofinho. O que adorei nesta cama, além do acabamento impecável, foi a possibilidade de personalização, com o nome da criança ou outros detalhes que desejar. Ela custa R$1069,00

http://www.camacarro.com.br/oproduto.php
Para completar a decoração do quarto, há vários itens, como poltrona de amamentação, por R$635,00


Há, ainda, o kit cama carro, com poltrona semelhante a dos carros de corrida e baús de brinquedo, por R$820,00.


Para completar a decoração, fui à borracharia e pedi pneus usados. Para um banco, fiz 2 furos, com furadeira, pelo lado interno, um em cada lado, em 3 pneus grandes e passei uma corda, para os fixar. Passei tinta spray vermelha nos pneus. Peguei um círculo de madeira, do tamanho da abertura do pneu, coloquei um pedaço de espuma, no formato redondo e, com um pedaço de vinil vermelho (comprado em lojas de tecido), fiz uma almofada, fixando-a com aquele grampeador de tapeceiros.

Para o lustre, consegui um pneu de trator bem pequeno e, na sua abertura, encaixei um lustre do tipo plafon, bem barato. Fiz furos no lado oposto ao do plafon e fixei com buchas no teto.

Como prateleiras, peguei 3 pneus usados, passei tinta spray vermelha. Mandei fazer, sob medida, 3 prateleiras finas de vidro, que se encaixassem dentro do pneu. Para maior segurança nas prateleiras, coloquei pequenos pedaços de madeira, por dentro do pneu, para as segurar.

Para não ficar excessivamente vermelho, pintei o quarto como se fosse uma garagem: cinza na parte de baixo, uma faixa branca no meio, com quadradinhos recortados de papel contact preto (imitando uma bandeira de corrida) e, no lado de cima, um amarelo claro. Parece estranho? Também achei a idéia maluca mas tirei fotos do quarto e, com a ajuda de softwares de fotografia, fui alterando as cores da parede até que ficassem de uma tonalidade agradável. Acertada a cor, imprimi o desenho e fui à loja de tintas.

Comprei, ainda, na loja Leroy Merlin, cones de tráfego verdadeiras e, como sempre vou a exposições de carros antigos, possuo várias placas de automóveis e de sinalização, que foram fixadas na parede.

Nesta mesma loja do camacarro, há vários modelos de carros, barcos e até ônibus espacial.








Esta cama do Buzz Lightyear, feita pelo Gepeto, possu escrivaninha e custa, à vista, R$7.730,91, com 2 asas e capota.

http://www.snetcommerce10.com.br/ecommerce_site/produto_145992_2828_Cama-Nave-Buzz-Lightyear

Para quem possui um quarto bem pequeno, a solução encontrada por este arquiteto foi bem inteligente ( e fora que o filho nunca precisará arrumar a cama, já que ela fica embutida, embaixo do mesanino e possui rodinhas).


Neste outro quarto, o mesanino tem 2m de altura. Como o pé direito normal de uma casa é 2,70m, este recurso só seria possível com casas com tetos mais elevados e crianças mais velhas.

Projeto de Simone Goltcher

Para mudar a decoração do quarto do seu filho, que tal colocar os novos adesivos de parede que estão na moda hoje em dia?




Projeto de Nazle Tuffi e Layla Rochelly

O próximo quarto foi projetado por Maria Helena Buazar e, só a marcenaria, custou R$7.500,00.















Descobri, para minha felicidade, que há pais tão malucos quanto eu, quando se trata da decoração do quarto dos filhos. Estes pais, nos Estados Unidos, previram como seria o quarto do filho já na construção do imóvel, pois colocaram um escorregador que desce pela estrutura da casa e cai no andar inferior da residência.














Meninas

Outro dia, em uma exposição, vi estas camas da Filomena Mena Mena e adorei. Basta um cama para estar pronta a decoração do quarto todo.
Esta cama, por exemplo, de castelo, possui 1,50m x 0,70m x 2,10m (de altura) e custa R$3.300,00. Não é barata mas que menina resiste a ser uma princesa e ter seu próprio castelo no quarto?



E esta casinha, que custa R$2.000,00, não é fofa?!?

http://loja.filomena-mena-mena.com.br/Produto.aspx?IdProduto=187&IdProdutoVersao=187
E que tal fazer um quarto de menina semelhante ao da Casa Cor São Paulo 2011, no estilo provençal?

Encontrei esta cômoda, com 3 gavetas, por R$470,00.

http://loja.filomena-mena-mena.com.br/Produto.aspx?IdProduto=229&IdProdutoVersao=229

E esta escrivaninha, com cadeira, por R$292,50.


http://loja.filomena-mena-mena.com.br/Produto.aspx?IdProduto=243&IdProdutoVersao=243

No site do Camacarro.com.br, por R$990,00, você encontra uma carruagem de princesa.


A Tok & Stok possui uma escrivaninha muito meiga, estilo princesa, para as meninas por R$862,00 com o frete de entrega.

Olha esta cadeira Panton infantil, da Tok & Stok, por R$99,00, não é fofa?


Esta capa de urso, do Gepeto, é bem cara (custa R$2.769,25 à vista), mas é muito linda....



http://www.gepetostore.com/

Este puff com bolinhas, da Gepeto, por R$1379,40, à vista, combina com qualquer quarto de garota.


http://www.snetcommerce10.com.br/ecommerce_site/produto_144299_2828_Puf-Dot-Preguica

Sugestões de quartos de meninas












Como sou apaixonada pelos ambientes decorados pela arquiteta Débora Aguiar, não poderia deixar de fora o seu quarto de menina, criado para o Panamby:



Pouco espaço....

Infelizmente, os quartos dos apartamentos e casas estão minúsculos e, muitas vezes, temos que acomodar mais de uma criança no mesmo espaço. Assim, se tiver filhos mais velhos ou se precisar de uma cama extra para visitas, por exemplo, que tal investir nos beliches e bicamas?

Se possuir uma parede grande e muitos filhos a sugestão abaixo poderá servir. Acho que esta idéia ficaria ótima, também em uma casa de praia.




E que tal um quarto meio futurista, do tipo cabine espacial? 








QUARTOS PARA ADOLESCENTES

Como estou decorando o quarto do meu filho, que acabou de completar 10 anos, estou pesquisando alguns quartos e idéias retirados da internet que postarei abaixo:





















































Prateleiras diferentes

Que tal armazenar os livros de uma forma diferente?
















Meu filho adora star wars e quartos futuristas ou espaciais. Assim, as idéias que mais gostou (e não tenho a menor idéia se irei conseguir as concretizar):





Esta cama-treliche o meu filho amou só que já avisei que será impossível a copiar....



O mesmo ocorre com esta escrivaninha...


Para facilitar a minha vida, provavelmente comprarei este adesivo autocolante, que tem, aproximadamente, 3m de largura, e custa US$190 em sites americanos que enviam para o Brasil. Assim que comprar e chegar tudo certinho, postarei o nome da loja.



Móveis e idéias bem diferentes....







Este quarto eu tinha que adicionar. Ele não é lindo?




Outro dia, aqui no blog, me pediram para inserir idéias de quartos divididos por um bebê e um adolescente ou adulto. Tenho que confessar, não foi fácil achar alguma coisa. 
A sugestão que posso lhe oferecer é colocar o adolescente ou adulto em uma cama acima do nível do berço ou, então, colocar uma estante dividindo os ambientes. 
Espero que tenha ajudado um pouquinho.






Dividindo com uma estante: 


Uma estante semelhante à esta você encontra no site da loja Tok Stok 

Nos próximos quartos, você poderia substituir a mesa  (1a. foto) e o colchão (2a. foto) por um berço